Alunos 1ª a 4ª séries > Profissões - Entrevista Interativa
 
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Para ter essa profissão, é preciso muita dedicação e estudo, além de fazer um curso de sobrevivência na selva e dominar a língua inglesa.

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1. Seu trabalho é o mesmo que o de uma aeromoça? O que você faz no avião, qual é sua função?
(Ana Beatriz Castelo Branco Ribeiro, Anna Vitoria Oliveira Campos Cunha, Gabriel Andrade de Arruda, Giovana Gianini Zapio, Haroldo Pedrini Junior e Leonardo Hideaki Nissato)
Sim. O termo aeromoça era usado antigamente, quando só existiam mulheres na função. Atualmente, como também há homens, esse profissional é chamado de comissário(a) de bordo. Minha principal função é zelar pela segurança do vôo e dos passageiros, mas também realizo o “serviço de bordo” (sirvo um lanchinho).

2. No início, você teve dificuldades em sua profissão? Quais?
(Arthur Laranjeiras da Silva e Leticia Ronza Buliani)
Não tive muitas, apenas algumas de adaptação, como ficar longe de casa e da família e com horários e vôos.

3. É legal viajar para vários lugares? Para onde você já foi e quantos vôos já fez?
(Gabriela Sanches Maltez, Heitor Vergilio Cord, Luigy Torres Martins Rosa, Tayna Venckunas Soares e Thais Claudia Marangon)
É muito bom, mas, como viajamos a trabalho, temos pouco tempo para aproveitar cada lugar. Já fui para a Europa, EUA, Canadá, Japão, Coréia e quase todas as cidades do Brasil, mas não sei dizer quantos vôos fiz porque faço isso há 10 anos.

4. Além do português, você precisa falar apenas inglês ou outras línguas também? Por quê?
(Bruno Aureliano dos Santos, Giovanni Colaquecez Lima e Nayara Cavalcanti Noronha)
Para ser comissário(a) de bordo, é necessário falar inglês fluentemente, mas, quanto mais idiomas se sabe, melhor.

5. O que é preciso fazer para se tornar uma comissária de bordo? O que se deve estudar?
(Isadora de Leao Moreira)
É necessário fazer um curso em uma escola de aviação civil, prestar um exame no Departamento de Aviação Civil (DAC) e, após ser aprovado e ter recebido a carteira de vôo, enviar currículos para as empresas que estiverem selecionando profissionais.

6. Qual é a idade mínima para começar na profissão?
(Leticia Ronza Buliani)
Dezoito anos.

7. Quais são o lado bom e o lado ruim de ser uma comissária de bordo?
(Gregory Fernandes Ramires, Igor Nunes Vidal, Isabela de Araujo Evangelista e Laura Caous Fernandes)
O lado bom é ter oportunidade de conhecer vários lugares e pessoas de diversas nacionalidades e costumes e não ter a rotina de estar sempre no mesmo local. E o lado ruim é programar a vida conforme a disponibilidade da escala de vôo, isto é, festas de fim de ano, aniversários (o seu e o de parentes e amigos), etc.

8. Você gosta da sua profissão? Ela é bem remunerada?
(Catharina Magalhães Tagliani, Julio Cesar Cunha Bueno Filho, Mariana Azevedo Joly e Mariana Martins Copede)
Sim, gosto muito. O salário é bom, mas recebe-se de acordo com os vôos: quanto mais se voa, mais se ganha!

9. No começo da sua carreira, você não teve um pouco de medo? Você já passou por alguma situação embaraçosa ou engraçada? Qual foi?
(Celso Rodrigues Junior, Luiz Filipe Garbini Barboza, Nathalia Marcussi Oliveira, Paulo Matheus Thompson Costa Alves e Raphael Ingarano Franco)
Não, nenhum medo além do normal. Passei por tantas situações engraçadas que poderia escrever um livro. Em uma delas, uma senhora achou que a toalhinha higiênica de limpar as mãos que vem em um pacotinho e estava na bandeja do lanchinho era sal de frutas. Então, ela a colocou em um copo de água para tomar!

10. Se você fosse escolher outra profissão, qual seria e por quê?
(Caio Rodrigues Pereira e Giovana Gianini Zapio)
Acho que gostaria de ser psicóloga. Gosto muito de me relacionar com as pessoas e tentar perceber o que elas estão sentindo e ajudar de alguma forma.

11. Você já viajou com algum passageiro mal-educado? O que você teve que fazer para amenizar a situação?
(Larissa Christina Domingues Fonceca, Lorena Vicente Monteiro e Raphael Anthonio Grecco Ramos)
Sim, com vários! Em qualquer lugar, existem pessoas educadas e malcriadas. Apenas usei minha educação e meu profissionalismo.

12. Você precisou fazer um curso de sobrevivência? Como foi? Você sentiu medo?
(Natália Helena Simonato)
Sim, isso é obrigatório no curso. Ficamos três dias em uma ilha, sem comida, sem poder dormir e com frio, pois chovia muito. Tivemos que procurar algo que pudéssemos comer e pegar água de algumas plantas para tomar. Eu não tive medo, só estava faminta, cansada e com sede.