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Qual frase está correta: "Assassino à solta ou "Assassino a solta"?

A forma correta é “à solta”. Trata-se de uma expressão adverbial feminina, o que justifica o acento grave. Ocorre aí o que se vê em “à vontade”, “às claras”, “às escuras”, “às vezes”, “às cegas” e em tantas outras expressões análogas.
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À frente com ou sem crase?

Na expressão “a duzentos metros”, não ocorre crase, já que “duzentos metros” é expressão masculina plural; o “a” em questão é mera preposição. Na expressão “à frente”, ocorre crase, já que se trata de locução (adverbial ou prepositiva) feminina (“Ele está sempre à frente”; “Esse músico sempre está à frente do seu tempo”).

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Uso da crase

Não ocorre acento indicador de crase nesse caso. É preciso lembrar que a palavra “crase” significa “fusão” (em língua, fusão de duas vogais iguais: “à” = “a” + “a”). Quando se nota que nas expressões citadas não se emprega artigo antes do primeiro elemento (“De segunda a sábado”; “De terça a domingo”), conclui-se que o paralelismo impõe a ausência do artigo antes do segundo elemento. Em outras palavras, se não dizemos “da segunda a sábado” (“da” = “de” + “a”), ou seja, se não usamos artigo antes de “segunda”, por que usaremos antes de “sábado”? O “de” e o “a”, no caso (“De segunda a sábado”), são meras preposições
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Diante do novo acordo ortográfico, como ficam os acentos em nome próprio?

O texto oficial do Acordo Ortográfico diz o seguinte: “Para ressalva de direitos, cada qual poderá manter a escrita que, por costume ou registro legal, adote na assinatura do seu nome. Com o mesmo fim, pode manter-se a grafia original de quaisquer firmas comerciais, nomes de sociedades, marcas e títulos inscritos em registro público”.

 Isso significa que pessoas cujo nome ou sobrenome tenham sido registrados com acento continuarão a assinar assim (“Andréia”, “Sabóia”, “Pompéia” etc.). Nomes e sobrenomes de pessoas mortas serão escritos de acordo com a ortografia vigente, o que também deve ocorrer com novos registros. Quando se trata de nomes de logradouros (praças, avenidas, ruas etc.), bairros e cidades, prevalece a grafia “nova”: Pompeia (cidade paulista e nome de bairro, rua e avenida em diversas cidades brasileiras), Quintino Bocaiuva (nome de rua), Eritreia (nome de país), Saboia (nome de região da França) etc.    
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