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Abreviatura de certas palavras

O uso dessas formas reduzidas em e-mails depende essencialmente do tipo de mensagem que se troca e do grau de (in)formalidade da relação existente entre as pessoas que se correspondem. Em linguagem formal, essas reduções são inadequadas; em linguagem informal (mesmo no ambiente empresarial), elas são perfeitamente adequadas. 
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Qual a diferença entre `ironia` e `crítica`?

A ironia é uma figura de linguagem, que consiste em dizer o contrário do que se quer dar a entender: “Ela é muito fina” (quando se quer dizer que ela é mais do que grossa); “Nossa, como ele é culto!” (quando se quer dizer que ele não leu mais do que meia página em toda a vida). A crítica pode ser pura e simplesmente a análise de algo (uma obra, por exemplo) ou a manifestação desfavorável a respeito de algo (“O técnico fez pesada crítica à atuação do árbitro”).  
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Formas nominais dos verbos

Quando não são acompanhados de verbo auxiliar, o gerúndio, o particípio e o infinitivo podem constituir orações (reduzidas): “Agindo assim, você se dará mal”; “Encerrada a votação, partiu-se logo para a apuração dos votos”; “Convém dirigir com cautela”. No exemplo dado, pode-se considerar que “eleito” é particípio e forma oração reduzida, já que equivale a “que foi eleito” (“...Ronaldinho Gaúcho, que duas vezes foi eleito o melhor jogador do mundo”).

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Pode o verbo NECESSITAR ser usado sem preposição?

Pode, sim. Quando significam “ter necessidade de”, “carecer”, os verbos “necessitar” e “precisar” podem ser usados com a preposição “de” ou sem ela: “Preciso de dinheiro”, “Preciso dinheiro”, “Necessito de paz”, “Necessito paz”.
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Grafia de palavra `jiu-jítsu`

A grafia consagrada nos dicionários é “jiu-jítsu” (com hífen e acento agudo no segundo elemento).

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Concordância do verbo `ser`

Em nenhuma hipótese é possível dizer “foi eu”. O verbo (“ser”, no caso) concordará sempre com o pronome “eu”, o que imporá a forma “fui” (“Fui eu que/quem...”). Quando se usa “que” (“Fui eu que...”), o verbo seguinte concordará com o pronome anterior: “Fui que fiz...” (ou ‘falei’, ‘comprei’, ‘sujei’ etc.); “Fomos nós que fizemos” (ou ‘falamos’, ‘compramos’, ‘sujamos’ etc.). Quando se usa “quem” (“Fui eu quem...”), o verbo seguinte concordará com esse “quem”, ou seja, ficará na terceira pessoa do singular (“Fui eu quem fez”, “Fomos nós quem fez”) ou concordará com o pronome anterior (“Fui eu quem fiz”, “Fomos nós quem fizemos”, “Foram eles quem fizeram”). Convém lembrar  a famosa frase “Quem paga sou eu”, que, em outra ordem, pode ser “Sou eu quem paga”.
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Concordância do verbo `fazer`

A forma correta é “Essas carreiras não me fazem bem”. O verbo deve sempre concordar com o sujeito, que, no caso, é “essas carreiras”. São elas (“carreiras”) que não me fazem bem. 
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Onde X Aonde

Em termos de língua formal moderna, emprega-se “aonde” (que resulta de “a” + “onde”) com verbos como “chegar”, “ir”, “levar”, “dirigir-se”, que indicam movimento e se podem usar com a preposição “a”: “Aonde você vai?”, “Não sei aonde você quer chegar”; “O cinema aonde você sempre lava as crianças passará por grandes reformas”. Com os demais verbos, emprega-se “onde”: “Onde você mora?”, “A cidade onde nasci fica longe daqui”.
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