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Para visualizar as imagens de satélite, é necessário que sua máquina tenha o programa Google Earth instalado. Caso ainda não tenha, clique aqui para fazer o download.
Lembramos que esse programa requer, no mínimo, PC com Windows 2000/XP.
Como o Google Earth recebe imagens de diversas fontes, as cores de um mesmo objeto podem variar de uma imagem para outra. A localização das cidades é aproximada. |
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Porto Walter — AC.
Meandro de Rio Ouro abandonado.
Vegetação: Floresta Amazônica, em tom verde-escuro, vegetação densa e com árvores de tamanhos variados. Acompanhando a margem do rio, visualiza-se a mata ciliar no mesmo tom de verde da floresta.
Água: Percebe-se no leito do Rio Ouro um tom verde mais claro, devido à presença de sedimentos e matéria orgânica. Ao lado desse leito, visualiza-se meandro em tom marrom-escuro, que é uma sinuosidade natural feita pelo rio. Esses meandros podem mudar de lugar, conforme essa imagem. Nesse caso, são chamados de meandros divagantes. |
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Manaus — AM.
Encontro entre o Rio Solimões e o Rio Negro.
Desmatamento: As áreas retangulares em meio à área urbanizada, apresentada em tom vermelho, indicam solo exposto.
Vegetação: A Floresta Amazônica, visualizada em tom verde-escuro, cobre parte da imagem, como em trechos próximos à área urbanizada e na margem inferior do Rio Negro; apresenta vegetação densa com árvores de tamanhos variados.
Água: No centro da imagem, há o encontro entre as águas azuis do Rio Solimões com as águas marrons do Rio Negro, que são dessa cor devido à grande quantidade de sedimentos e matéria orgânica. Percebe-se ainda a formação, no encontro entre os rios, de ilhas fluviais que apresentam áreas alagadiças em tons verdes e marrons.
Nuvens: Distribuídas no centro da imagem, na cor branca, as nuvens projetam suas respectivas sombras na superfície terrestre, em preto.
Urbanização: No centro e na margem superior da imagem, observa-se aglomeração urbana representada por quadras e ruas em tons acinzentados. |
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Lábrea — AM.
Bancos de areia nas margens do Rio Ituxi.
Desmatamento: Percebem-se áreas desmatadas nas pequenas porções retangulares, em tom avermelhado, às margens do rio.
Vegetação: A Floresta Amazônica, em tom verde-escuro, cobre todo o solo à mostra, o que forma uma vegetação densa, com árvores de tamanhos variados. Acompanhando a margem do rio, visualiza-se a mata ciliar no mesmo tom de verde.
Água: Em tom verde, encontra-se o leito do Rio Ituxi. Extensos bancos de areia, em tom amarelado, formam-se devido ao processo de erosão natural em leitos de rios com muitos meandros e grande volume de água. |
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Altamira — PA.
Desmatamento na Floresta Amazônica.
Desmatamento: No centro da imagem, encontram-se áreas, apresentadas em tom verde-claro, normalmente utilizadas para cultivo ou pastagens.
Vegetação: Distribuídas pela imagem, em formas irregulares em tons verde mais escuros, percebe-se a Floresta Amazônica e a mata ciliar preservada, que acompanha as margens dos rios.
Água: No centro, em tom azul-escuro, tem-se uma lagoa e, no canto inferior direito, parte de um rio.
Nuvens: Distribuídas no topo da imagem, na cor branca, as nuvens projetam suas respectivas sombras na superfície terrestre, em preto.
Urbanização: Percebe-se aglomeração urbana projetada em quadras e ruas, com tons acinzentados. Em tom avermelhado, uma estrada cruza a imagem. |
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Ariquemes — RO.
Solo exposto.
Desmatamento: Encontram-se áreas desmatadas nas áreas retangulares, situadas às margens direita e esquerda da imagem, em tom verde-claro, normalmente utilizadas para cultivo ou pastagens.
A retirada da cobertura vegetal é facilmente perceptível pelo solo exposto nas áreas em tons mais avermelhados.
Vegetação: Áreas retangulares, em tom verde-escuro, no centro da imagem, representam a Floresta Amazônica e a mata ciliar preservada que acompanha a margem do rio.
Estradas: Apresentam-se em forma reta ou circular, em tons avermelhados. |
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Amajari — RR.
Parque Nacional de Roraima — Floresta Amazônica.
Desmatamento: As áreas retangulares, em tom verde-claro à direita da imagem, são utilizadas para cultivo.
As áreas em tom avermelhado indicam solo exposto. Percebe-se também rocha exposta, em tom marrom.
Vegetação: Percebe-se no centro e à esquerda da imagem a cobertura vegetal densa de Floresta Amazônica. Já no topo à esquerda, há uma área com vegetação arbórea esparsa, exemplo de transição da Floresta Amazônica para a vegetação de Cerrado.
Essa vegetação faz parte do Parque Nacional de Roraima.
Água: Em tom marrom, devido à presença de sedimentos e matéria orgânica, observa-se o Rio Uraricora, que cruza a imagem. |
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É a maior floresta pluvial tropical do mundo,
pois abrange grande parte da região Norte do Brasil e está
presente nos estados do Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato
Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Portanto, a Floresta
Amazônica ocupa quase metade do território brasileiro, o que
faz com que o Brasil seja um campeão de biodiversidade, encabeçando
a lista dos países megadiversos.
Felizmente a Amazônia possui dois fatores
de proteção que dificultam sua rápida degradação, que são
sua enorme extensão e sua intrincada rede de rios e igarapés.
Características que dificultam o acesso à área e encarecem
excessivamente qualquer obra de engenharia, como, por exemplo,
a construção de usinas hidrelétricas.
Mesmo sendo o nosso bioma mais preservado, cerca de 16% de
sua área já foi devastado, o que equivale a duas vezes e meia
a área do estado de São Paulo, por exemplo.
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O desmatamento, as queimadas, a garimpagem,
o agropastoreio e a biopirataria representam os principais
problemas ambientais enfrentados pelo bioma amazônico. O conjunto
formado por essas ações devastadoras é responsável por graves
mudanças climáticas em todo o planeta, pois a Amazônia é um
grande “resfriador” atmosférico, removendo o excesso de gás
carbônico disperso na atmosfera, que provoca o aquecimento
global. Atualmente a proliferação de culturas de soja tem
sido motivo de grande preocupação por estar gerando inúmeras
áreas de desmatamento, a maioria ilegais.
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