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Aqui você discute e manifesta sua opinião sobre os temas polêmicos da atualidade.


Como será a água do futuro?
De toda a água do Planeta, aproximadamente 97% é salgada e 3% doce. Desses 3%, uma parte está congelada e a outra, nos rios e aquíferos.
A conta é simples: sobra pouca água para o consumo e ainda há a poluição causada por indústrias e esgotos domésticos, sem falar que o Brasil é recordista em desperdiçar água.
A sorte do País é ser rico em água doce. Possui grandes rios, hidrelétricas e recentemente se descobriu um novo aquífero em Alter do Chão, no Pará.
Pelo mundo afora, cientistas falam em dessalinização da água e até mesmo no uso das geleiras. Houve até quem inventasse um aparelho para captar a umidade do ar no deserto. Com o avanço constante da tecnologia, não é de se duvidar que se desenvolvam muitas formas de conseguir água potável.
E você, como imagina a água do futuro? De onde virá e como será a água que as pessoas consumirão em 2050?

E-book: a leitura nos meios digitais
O e-book é um livro em formato digital que pode ser lido com a ajuda de equipamentos eletrônicos, como computadores, e-readers, tablets e celulares. Registros apontam que o primeiro livro digital no mundo teria sido a Declaração de Independência dos Estados Unidos, digitalizada em 1971 por Michel Hart.

No Brasil, dados de 2009 indicam que o volume de livros digitais traduzidos para a língua portuguesa era pequeno e foi visto como um problema para quem procurava adquirir um título. No começo de 2011, havia de 2 mil a 3 mil livros disponíveis em português. Um ano depois, esse número aumentou para 11 mil.

Há quem veja vantagens nesse formato, tais como sua portabilidade, facilidade de aquisição de títulos, interatividade e preço — bastante inferior ao livro tradicional.
Por outro lado, muitas pessoas não se acostumam com a leitura na tela e não querem abrir mão da sensação de ter o livro em mãos e folheá-lo página por página.

Será que os e-books substituirão os livros tradicionais? O que você pensa sobre esse assunto?

Recuperação de conteúdos ou de notas?
Está chegando o fim do ano letivo, e estudantes que não alcançaram a nota mínima têm uma última chance de “passar de ano”.  Durante uma ou duas semanas eles(as) irão rever os conteúdos, antes de fazer a “prova final”, cuja nota determinará quem vai avançar de série e quem será “repetente”.  

O debate dessa questão pode ser feito em diferentes níveis:

1)      Esse tipo de recuperação “funciona”? Temos aprendizagens melhores ou apenas um esforço para tirar a nota mínima, que não redunda em um domínio maior da área do conhecimento?

2)      O(a) estudante que não tira a nota mínima deve refazer toda a série, e não apenas a matéria em que reprovou.  Isso é sensato? Existem outras formas de ajudar cada aluno(a) a “tirar o atraso”, sem fazê-lo(a) repetir todas as matérias?

3)      As “notas das provas” devem continuar a ser o principal instrumento para avaliarmos crianças e jovens que frequentam nossas escolas?

Participe!
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Desafios da profissão docente!
Dia 15 de outubro é o Dia do Professor. Nada melhor do que essa data para fazermos uma reflexão sobre a função desse profissional.

O que é ser professor hoje?

Há trinta ou quarenta anos, a concepção do que era um bom professor era absolutamente diferente da atual. O profissional deveria dominar os conteúdos e transmiti-los, de modo que fossem memorizados pelos alunos; desenvolver uma avaliação somativa e aprovar ou desaprovar alunos pela capacidade de armazenarem informações; ministrar aula mantendo os educandos em silêncio e suposta atenção.

Perante as transformações e inovações tecnológicas que na atualidade se processam de forma cada vez mais rápida, exigindo das pessoas novas habilidades e novos conhecimentos, a competência solicitada aos professores parece ir além daquelas referidas aos saberes específicos às áreas dos conhecimentos.  

Agora uma pergunta: as nossas aulas, em todas elas, os desafios atuais são tomados como ponto de partida nas ações realizadas?

Venha interagir no fórum e contar um pouco da sua experiência e do que te torna um bom professor, na atualidade, comprometido com a educação.

Como avaliar as escolas?
Em 2011, serão realizadas pelo MEC duas avaliações oficiais: Prova Brasil e Saeb.
Elas foram criadas com a proposta de examinar os problemas associados à baixa qualidade da aprendizagem nas escolas e, a partir desse exame, definir prioridades para melhorá-las.

Mas esses modelos podem ser considerados os ideais para avaliar as escolas?

E quais são os efeitos da política de avaliação nas instituições de ensino?


Conheça melhor a polêmica
O nosso debate tratará de um assunto que se articula com ações no âmbito da escola: a Avaliação.

De acordo com Luckesi, “a avaliação é a ação de valorar a qualidade do objeto avaliado implicando uma tomada de decisão a respeito do mesmo para aceitá-lo ou para transformá-lo” (LUCKESI, 2008, p. 33). Assim, ela só tem sentido se possibilitar tomadas de decisões que melhorem os resultados estudantis. Certo?

No caso da escola, portanto, o ato de avaliar deve ter como finalidade a busca pela qualidade do ensino, ou seja, o avaliador deve ter como princípio o interesse em que todos os alunos apresentem desempenho satisfatório na série/no ano que estudaram.

Tomando como referência o conceito de avaliação de Luckesi, do papel que ela deve ter e do que acontece na prática, qual é a sua opinião sobre o modelo de avaliação adotado em nosso país?

Ele realmente é um instrumento de melhoria aos problemas da educação?

Conte-nos o que você pensa a respeito

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