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Aqui você
discute e manifesta sua opinião sobre os temas polêmicos da
atualidade.
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E-book: a leitura nos meios digitais O e-book é um livro em formato digital que pode ser lido com a ajuda de equipamentos eletrônicos, como computadores, e-readers, tablets e celulares. Registros apontam que o primeiro livro digital no mundo teria sido a Declaração de Independência dos Estados Unidos, digitalizada em 1971 por Michel Hart.
No Brasil, dados de 2009 indicam que o volume de livros digitais traduzidos para a língua portuguesa era pequeno e foi visto como um problema para quem procurava adquirir um título. No começo de 2011, havia de 2 mil a 3 mil livros disponíveis em português. Um ano depois, esse número aumentou para 11 mil.
Há quem veja vantagens nesse formato, tais como sua portabilidade, facilidade de aquisição de títulos, interatividade e preço — bastante inferior ao livro tradicional. Por outro lado, muitas pessoas não se acostumam com a leitura na tela e não querem abrir mão da sensação de ter o livro em mãos e folheá-lo página por página.
Será que os e-books substituirão os livros tradicionais? O que você pensa sobre esse assunto? |
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Como avaliar as escolas? Em 2011, serão realizadas pelo MEC duas avaliações oficiais: Prova Brasil e Saeb. Elas foram criadas com a proposta de examinar os problemas associados à baixa qualidade da aprendizagem nas escolas e, a partir desse exame, definir prioridades para melhorá-las.
Mas esses modelos podem ser considerados os ideais para avaliar as escolas?
E quais são os efeitos da política de avaliação nas instituições de ensino?
Conheça melhor a polêmica O nosso debate tratará de um assunto que se articula com ações no âmbito da escola: a Avaliação.
De acordo com Luckesi, “a avaliação é a ação de valorar a qualidade do objeto avaliado implicando uma tomada de decisão a respeito do mesmo para aceitá-lo ou para transformá-lo” (LUCKESI, 2008, p. 33). Assim, ela só tem sentido se possibilitar tomadas de decisões que melhorem os resultados estudantis. Certo?
No caso da escola, portanto, o ato de avaliar deve ter como finalidade a busca pela qualidade do ensino, ou seja, o avaliador deve ter como princípio o interesse em que todos os alunos apresentem desempenho satisfatório na série/no ano que estudaram.
Tomando como referência o conceito de avaliação de Luckesi, do papel que ela deve ter e do que acontece na prática, qual é a sua opinião sobre o modelo de avaliação adotado em nosso país?
Ele realmente é um instrumento de melhoria aos problemas da educação?
Conte-nos o que você pensa a respeito
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28 de abril, Dia da Educação Em 28 de abril comemora-se o dia da Educação. Que tal pararmos para refletir sobre o seu significado e qual a sua função na humanidade?
A educação acontece em diferentes espaços: na família, na igreja, em instituições informais e formais e em movimentos sociais, culturais e políticos, entre outros. Ela se efetiva como processo de formação e de emancipação do indivíduo, no qual ele se apropria dos conhecimentos necessários para viver em uma determinada sociedade e adquire conhecimentos, valores éticos, assim como determinados comportamentos e hábitos. Num sentido amplo, o processo educativo oferece a ele recursos para tornar-se um ser pensante e crítico, modificando o meio em que vive.
O foco do nosso debate é a educação na instituição escolar. Nossa sugestão é promover debates sobre o assunto, não só entre educadores, mas também com todos que estão envolvidos na formação da educação. Pensando na reflexão acima, vamos discutir e criar significância a partir da nossa prática na função de educadores, visando à efetivação dessa emancipação para que ele se torne completo, ou em outras palavras, um ser humano educado.
A sua escola educa?
Você, professor, educa?
Na sua opinião, como anda a educação no Brasil?
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Será que dá certo? Andam dizendo por aí que as crianças que nasceram em torno do ano 2000 (a partir de 1985, mais ou menos) são diferentes das gerações anteriores. São inúmeros os trabalhos e reportagens que tratam dos “millenials”, esses jovens da virada do milênio que nasceram cercados de tecnologia por todos os lados: lidam com tecnologia com muita tranquilidade. Se puderem, usam tudo ao mesmo tempo: computador, celular, videogame, tocador de música digital, câmera digital. Além disso, que interagem com muita naturalidade em redes sociais virtuais.
A pergunta é: será que dá certo?
Segundo a Veja de 18 de fevereiro de 2009, os jovens se expõem demais nas redes sociais, e não sabem preservar sua privacidade. Estão acostumados a fazer tudo ao mesmo tempo, agora, mas parece que essa estratégia não é a mais adequada para estudar. Essa também parece ser uma geração que é super-bem-informada, mas, aparentemente, aprofunda-se pouco nos assuntos, mudando de opinião com muita facilidade.
Conte para nós:
Você concorda com a descrição que a Veja faz dos jovens, ou discorda? Eles são mesmo tão plugados? Esse modo de ser realmente promove menos estudo, menos aprofundamento menos privacidade?
O Estado de São Paulo, de 9 de março de 2009 revela que os jovens não têm recebido orientações dos pais e da escola sobre como lidar com toda essa tecnologia. Fica, então, mais uma pergunta: A escola e a família têm como orientar os jovens a tirarem melhor proveito dos inúmeros recursos que têm à sua disposição? Como?
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A Terra do futuro Vamos brincar de máquina do tempo? Feche os olhos e pense no futuro.
Como será a vida daqui a 50, 100 anos? Será que ainda vamos estar aqui? Se estivermos, como serão as cidades? Como será nossa roupa, nossa comida, nossas casas, que tipo de música vamos ouvir?
Haverá robôs nos ajudando a limpar a casa? E o que faremos com o lixo? As doenças que são hoje incuráveis terão cura? E clonar pessoas, será que vai rolar?
Viveremos em guerra ou paz? Guerra contra quem? E como será a guerra?
E, finalmente, como estará a nossa natureza? Que tipo de atitude teremos em relação às florestas, aos mares e aos animais? E o aquecimento global que já sentimos agora, como será no futuro?
Deixe a imaginação viajar e venha trocar ideias com a gente. |
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Ensino em casa Os jovens David (15 anos) e Jonatas Nunes (14 anos), moradores da cidade de Timóteo (MG), não vão à escola. Seus pais, insatisfeitos com a qualidade do ensino no Brasil e inspirados por um método educacional popular nos Estados Unidos, optaram pelo ensino domiciliar. Há dois anos, os meninos vêm estudando em casa, cumprindo uma jornada similar à da maioria das escolas — 6 horas diárias, de segunda a sexta-feira. O problema é que o ensino domiciliar é proibido no Brasil. No processo cível, que acusa os Nunes de descumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente, os pais já foram condenados. No processo criminal, por abandono intelectual, a decisão do juiz dependerá do resultado que os meninos obtiverem em uma bateria de testes preparada por professores da rede estadual de ensino de Minas Gerais, que contemplará oito disciplinas.
O fato levanta uma série de questionamentos que queremos debater com você: — Os pais brasileiros devem ter a opção de não matricular os filhos na escola convencional, deixando-os estudar em casa? — No caso dos Nunes, os próprios pais escolheram a grade curricular dos filhos e aplicam as matérias. Será que eles estão pedagogicamente preparados para isso? — Os Nunes estão sendo acusados de privarem os meninos da socialização proporcionada pelo ambiente escolar. Qual a sua opinião a respeito? |
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Estatuto da Criança e do Adolescente no currículo escolar Agora é lei: o Estatuto da Criança e do Adolescente faz parte, oficialmente, do currículo escolar.
Em discussão desde 2004, o projeto finalmente foi sancionado e pretende, a partir de 2008, incluir, de maneira aprofundada, conteúdos sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente no dia a dia dos estudantes do Ensino Fundamental.
A questão agora é: em termos práticos, como isso deve ser feito?
Como você, educador, pretende abordar o assunto na sua disciplina? |
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Português: uma só língua? “O destino não é só dramaturgo, é também o seu próprio contrarregra...”
Se essa frase de Dom Casmurro (1899), clássica obra de Machado de Assis, fosse escrita depois de começar a vigorar o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, a ortografia da palavra contrarregra seria considerada incorreta.
A partir de janeiro de 2009, tudo o que for escrito — inclusive obras literárias, livros didáticos e dicionários — deverá seguir o tratado internacional que busca a unificação da língua portuguesa.
Para a consolidação da mudança só faltava um dos países envolvidos, Portugal, declarar a aprovação do Acordo, o que ocorreu em maio de 2008. A nova reforma ortográfica não é uma novidade. Ela deu seus primeiros passos em 1990 e envolve oito países de língua portuguesa: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
A intenção é que, com a mudança das normas ortográficas, passe a existir um dicionário único da língua portuguesa, que facilite a expansão e o fortalecimento do idioma e seu uso em eventos internacionais.
A mudança afeta a escrita praticada por aproximadamente 230 milhões de pessoas que falam o mesmo idioma, que, atualmente, apresenta mais de uma ortografia oficial. A estimativa é que 1,6% do vocabulário de Portugal e 0,5% do brasileiro sofram alterações. No Brasil, o Ministério da Educação acredita que levará cerca de um ano para adaptar os livros didáticos às mudanças ortográficas.
>> Como você acha que será essa adaptação?
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Doping: fábrica de atletas ou de fraudes? Imagine esta cena: um halterofilista se prepara para tentar um levantamento de 160 kg. Ele caminha para o recipiente com magnésio, passa um pouco nas mãos e pega a barra. Levanta-a com dificuldade até ao pescoço, arfa de esforço enquanto prepara o segundo passo do levantamento, mas depois de iniciar o movimento para levantar a barra por cima da cabeça, o músculo que rodeia a omoplata direita cede violentamente, desprotegendo a coluna do atleta. A carreira desse halterofilista foi interrompida nesse instante. O impacto de 160 kg o atirou irremediavelmente em uma cama de hospital, tetraplégico. A conclusão do inquérito imediatamente instaurado não deixou espaço para dúvidas: as constantes ingestões de anabolizantes "esticaram" o músculo de tal maneira que, numa situação de esforço, este rompeu-se brutalmente. Moral da história: os anabolizantes, que anos antes haviam adquirido virtudes de poção mágica, provaram a sua falibilidade. Você seria capaz de utilizar uma substância dessas, mesmo sabendo que poderia ser punido? E os efeitos colaterais dessas drogas no nosso organismo? Você pensa sobre isso?
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Nas línguas, são realmente todos iguais ou são todos diferentes? Na Espanha diz-se autobús, mas, no México, fala-se guagua; na Inglaterra é trousers, mas, nos EUA, diz-se pants. Aproveitando a onda de um dos Grandes Temas que será desenvolvido durante o ano de 2007, o “Todos iguais todos diferentes”, será que realmente existe diferença entre o espanhol falado na Espanha e o da Argentina e entre o inglês dos Estados Unidos e o da Inglaterra, ou é tudo igual? Para deixar bem claro, é bom entender que há SIM diferenças entre os idiomas falados em cada país, mas isso não torna um melhor ou pior que o outro. São justamente essas pequenas diferenças que tornam cada idioma especial e ainda mais rico. Então, vamos aproveitar esse espaço para dividir as diferenças que conhecemos? |
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Objetivos do milênio Desde o ano 2000, os países que fazem parte da ONU (Organização das Nações Unidas) vêm trabalhando para salvar o planeta ou, pelo menos, tentar resgatá-lo do caos em que se encontra. Para nortear esse trabalho, a ONU elegeu 8 objetivos principais que, resumidamente, pretendem: reduzir a fome e o analfabetismo, promover a igualdade entre os sexos, proporcionar cuidados maiores às gestantes e seus filhos, combater doenças como AIDS, malária e muitas outras, proporcionar qualidade de vida e respeito ao meio ambiente e buscar o desenvolvimento dos países mais pobres. Todos podem, juntos, ajudar nesta caminhada — governos, empresas, organizações sociais e cidadãos como você. O que você pode fazer ou já vem fazendo para ajudar o mundo? Como você já deve saber, toda e qualquer ajuda é muito bem-vinda!
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Ainda há espaço para o comunismo? O comunismo é definido como uma doutrina político-econômica e social, desenvolvida por Karl Marx e Friedrich Engels, que propõe a coletivização da propriedade e dos meios de produção e a instalação da ditadura do proletariado. Segundo os principais teóricos marxistas, seria a última etapa de desenvolvimento das sociedades humanas, na qual todos os homens e mulheres teriam as mesmas condições materiais, ou seja, não haveria divisão em classes sociais. Mas, será que nos dias de hoje, com a maioria da sociedade engajada no capitalismo, ainda há espaço para o desenvolvimento de uma política de coletivização? Pense, discuta. Exponha suas ideias. |
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Qual é o melhor meio de transporte? No Brasil, o meio de transporte de carga e de passageiros mais utilizado é o rodoviário, seguido do ferroviário e do hidroviário. Todos eles possuem vantagens e desvantagens, mas o principal aspecto considerado na escolha de um ou outro atualmente é o custo, que inclui construção e manutenção de vias, investimentos em infraestrutura e mão de obra, além dos danos ambientais: poluição (ar, água e solo), desmatamento, erosão, desmoronamentos, etc. Dessa forma, a hidrovia parece ser o meio mais barato e menos poluente. Você concorda com essa afirmação? A hidrovia é o caminho para baratear os custos de transporte e poupar nossas rodovias e ferrovias, hoje tão sucateadas? Participe, sua opinião é importante! |
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Literatura e a leitura das obras na íntegra. Odeio ler! Eta frase que se escuta em sala de aula ou que você mesmo já deve ter falado. Mas não é culpa do aluno ou sua reclamar desse jeito. Ele não foi preparado muitas vezes para gostar de ler. Literatura, então, essas obras chatas, não fazem parte do repertório de uma grande maioria. Ou porque são difíceis ou porque fogem do contexto que se vive. Seja lá o que for, a leitura fornece subsídios intelectuais importantes para o desenvolvimento intelectual do ser humano. No caso, contribui com o vocabulário, com a estrutura textual e lingüística, com a capacidade de leitura, enfim, com o conhecimento. Como se pode ver, um esforço é necessário.
Que motivações são importantes para que você leia literatura brasileira?
Pense nisso, e participe!
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A ligação lógica das ideias Como você faz para elaborar seus textos? Certamente você dirá que as ideias vêm à mente e as coloca no papel. Mas será que você sabe que a língua oferece recursos que são indispensáveis para organizar essas ideias? Pensando nisso, mesmo que você, com certeza, já utilize esses recursos, comenta-se a função que as conjunções têm nos períodos. Cada uma delas produz um sentido considerando o contexto em que está inserido. Sendo assim, um simples "e" entre duas orações pode adicionar uma ideia a outra estabelecendo uma relação de adição, ou seja, adiciona-se duas ideias a favor de uma mesma conclusão. De forma semelhante, acontece com um simples "mas". Ele liga duas orações, opondo as ideias entre si. Tudo isso, tendo em vista a comunicação através da expressão escrita. Mais importante que o próprio escrever, portanto, é organizar essas ideias para que o leitor entenda e reflita sobre o que você quer dizer. Eis aí um importante segredo para se sair bem na argumentação.
Com base na sua experiência de produção de textos, o que você diz do assunto?
Participe!
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O texto literário e a motivação para a leitura No mês de agosto, relembramos os 60 anos da morte de Bertold Brecht, escritor alemão, e os cinco anos da morte de Jorge Amado, escritor brasileiro. Talvez você não tenha ouvido falar muito sobre eles, principalmente de Brecht, por ser europeu, mas a lembrança desses autores é uma homenagem e um convite à leitura. Ambos são diferentes em estilo, visão de mundo e abrangência literária. Enquanto um retrata um período difícil de guerras e conflitos políticos no mundo, principalmente na Europa, o outro tem como marca os aspectos culturais de regiões específicas do Brasil, enfatizando os costumes, os valores e as tradições do brasileiro. O gosto por um ou por outro, você é que vai decidir. No entanto, fica a pergunta:
Que motivações são importantes para que você procure por uma obra e a leia?
Participe, dê sua opinião!
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Homenagem a Mário Quintana Você sabia que este é o mês do centenário do poeta Mário Quintana? Ele foi um dos últimos poetas líricos do Brasil. Nasceu no dia 30 de julho de 1906, na cidade de Alegrete (RS), mas viveu por muitos anos nos hotéis de Porto Alegre, como é o caso do Majestic, que hoje é conhecido como a Casa de Cultura Mário Quintana. Sua poesia é pura inspiração, expressão criativa de pensamentos e sentimentos, e tem como base o cotidiano, as coisas simples da vida, a saudade do passado, a nostalgia pela vida em geral. Além disso, mantém uma linguagem exemplar. São essas as características singelas que inspiram e atraem diferentes gerações.
Que características você julga indispensáveis na elaboração de um poema que ultrapassa os tempos e as gerações?
Dê sua opinião e participe da discussão! |
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O Brasil e a educação: o que muda com a implantação da Lei 10.639? Desde 13 de maio de 1888, a Lei Áurea assegurou a liberdade formal aos afrodescendentes, pois, a partir dessa data, os negros que eram escravos no Brasil tornaram-se livres. Mas a sociedade da época mostrou a força da desigualdade social existente entre diferentes etnias, e esses escravos libertos não obtiveram muitas oportunidades, permanecendo marginalizados. Após 118 anos, esse quadro social ainda persiste, e a discriminação é um fator que continua dificultando a ascensão educacional e profissional de pessoas com características africanas.
Em 2003, a Lei 10.639 foi criada como uma alternativa para minimizar as barreiras étnicas e desmitificar a presença de afrodescendentes no Brasil, tornando obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira para alunos dos Ensinos Médio e Fundamental nas escolas públicas e privadas e alterando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e os currículos escolares. Mas será que essa é uma alternativa válida para a construção de uma nova mentalidade sobre conflitos étnicos no Brasil? Como o professor deve encarar essa iniciativa?
Avalie a questão e dê sua opinião.
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Ditado é coisa do passado? Existe muita polêmica sobre esse tipo de atividade. Alguns professores acreditam que a ortografia das palavras se aprende de forma natural, ou seja, lendo e, principalmente, escrevendo. Outros acham que é sempre bom trabalhar com grupos de palavras que causam mais problemas na hora de escrever e lançam mão de atividades de ditado. Se você acha que essa divisão entre os educadores já é o suficiente para complicar a questão, lembre-se de que as crianças estão escrevendo de uma forma totalmente nova, comunicando-se na Internet por meio de códigos estranhos e alterando a grafia de muitas palavras para fazer com que o texto escrito se aproxime, cada vez mais, da oralidade. Diante disso, o que fazer para que as crianças aprendam a grafia correta das palavras e saibam diferenciar os momentos em que podem usar os códigos virtuais e aqueles em que precisam utilizar a linguagem padrão? Será que atividades de ditado podem ajudar a resolver esse problema? E você, como lida, em sala de aula, com a questão da ortografia? Ditado para você é algo do passado ou é uma atividade que pode auxiliar o professor no ensino da língua portuguesa? Não fique fora dessa discussão! |
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Bullying : brincadeira sem graça! Você já ouviu falar em bullying? Em inglês, essa palavra é usada para “as piadinhas e brincadeiras de mau gosto que os alunos fazem com os colegas na escola”. Ou seja: bullying é colocar apelidos, “zoar”, “sacanear”, humilhar, excluir, ignorar, perseguir, empurrar, bater, quebrar pertences e roubar. Você já passou por essa situação ou viu isso acontecer? Sabia que essas “brincadeirinhas” podem prejudicar as pessoas para o resto da vida? Conte pra gente o que você sabe sobre isso!
Mediadora: Rossana G. Cardoso |
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Diferentes, mas iguais! Você já reparou nas pessoas ao seu redor? As etnias e religiões delas, a cor de sua pele e de seu cabelo — muitas coisas são diferentes. Apesar disso, todas elas são seres humanos como você e merecem respeito. Mas muitas pessoas sofrem com o preconceito de outras. E, às vezes, nós temos preconceitos e nem percebemos. Você já foi vítima de preconceito ou viu alguém ser discriminado por causa da cor de sua pele, sua religião, por ser rico ou pobre ou, então, por apresentar deficiência física? Para você, qual é o pior preconceito? Dê sua opinião! Sua participação é importante!
Mediadora: Helen Simone França |
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Lei da Palmada O recurso do castigo físico contribui ou não para educação dos filhos?
Nos últimos dias um assunto criou polêmica entre pais, educadores, psicólogos e a comunidade em geral, o Projeto de Lei 2.654/03 da deputada federal Maria do Rosário, do PT do Rio Grande do Sul, aguarda a aprovação do Senado para entrar em vigor.
A proposta que surgiu a partir de um abaixo-assinado com o apoio de mais de 200 mil pessoas, foi discutida em sessão conjunta com as comissões de Direitos Humanos e Minorias e de Educação e Cultura e tem como ponto central a proibição de qualquer tipo de castigo corporal, incluindo aqueles chamados de “pedagógicos”, podendo levar infratores (que podem ser os próprios pais) a serem penalizados com base no Estatuto da Criança e do Adolescente.
No debate há quem diga que a medida protege os menores de agressões físicas, mas não se aprofunda em agressões emocionais e verbais; há também indagações sobre o “tapinha na mão” ou a “palmadinha no bumbum”, porque essas ações não resultam exatamente em dor ou lesão, deixando, assim, tais atos fora do texto da lei, porém dentro do contexto geral. O projeto explica castigo corporal como "ação de natureza disciplinar ou punitiva com o uso da força física que resulte em dor ou lesão à criança ou adolescente".
Será que uma palmada pode auxiliar na educação dos filhos ou ela se mostra como uma prova da incapacidade dos pais de resolver os problemas através do diálogo?
Qual é sua opinião? Vamos conversar sobre o assunto!
Participação encerrada |
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O direito dos povos indígenas à biodiversidade Desde a colonização e a exploração do continente americano, as sociedades europeias adotaram práticas predatórias que destruíram biomas como a Mata Atlântica e o Cerrado e persistem até hoje, tendo agora como alvo principal a Floresta Amazônica, onde está uma das maiores concentrações de biodiversidade da Terra. Mas a maior parte dessa riqueza e desse potencial está em terras que pertencem a indígenas, cujos métodos e conhecimentos tradicionais ajudam a preservar esses ambientes, pois, ao contrário de outras sociedades humanas, esses povos encaram a floresta como fonte de vida, não de riqueza, e exploram racionalmente a mata, sem destruir, retirando dela apenas o necessário.
É natural, porém, que os olhos da indústria de biotecnologia se volte para as terras indígenas, pois a riqueza de sua biodiversidade, aliada ao conhecimento tradicional milenar dos índios, vale muito para ela. O conhecimento tradicional dos índios facilita aos pesquisadores a descoberta de novas substâncias e organismos, poupando-lhes gastos com equipamentos, testes, materiais de pesquisa e salários das equipes de profissionais envolvidas na pesquisa.
E, por isso, perguntamos: não seria justo que esse lucro fosse repartido com as sociedades indígenas, detentoras dos conhecimentos tradicionais?
Participação encerrada |
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Álcool e criminalidade É fato que o consumo excessivo de álcool pode provocar euforia, diminuição da atenção, prejuízo do julgamento, irritabilidade, baixa autoestima, lentidão nos reflexos psicomotores, sonolência, redução do nível de consciência e, eventualmente, coma. Existe uma forte relação entre o consumo de álcool e a criminalidade, um sério problema social em todo o mundo. O álcool pode ser a causa direta de um crime por causar desinibição ou prejuízo na consciência, e ambos podem estar associados ainda à personalidade do transgressor ou a fatores que o colocam em desvantagens sociais. O sistema penal brasileiro isenta de pena a pessoa que, no momento do crime, não possui a capacidade de entender a gravidade do ato. Por outro lado, diz que a embriaguez não exclui a culpa, exceto nos casos em que tenha ocorrido por força maior, contra a vontade da pessoa. E você, o que acha? Alguém que estava embriagado e cometeu um crime deve ser penalizado da mesma forma que uma pessoa sóbria? Participação encerrada |
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Enfim, férias! As férias estão aí. E o que fazer para se divertir? As opções são muitas... Que tal enviar sugestões de atividades para o pessoal fazer em casa, sozinho, ou quando está com a galera (no clube, na colônia de férias, na praia...)? Ou, então, dicas de viagens, pequenos passeios pela sua cidade e de filmes que estão em cartaz nos cinemas? Você também pode, simplesmente, contar pra gente o que costuma fazer nas férias! Participação encerrada |
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Socorro, quanto compromisso! Tenho mais compromissos do que muitos adultos... Ir para a escola, aula de inglês, espanhol, natação, judô, balé, futebol, artesanato, psicólogo, dentista, médico, fazer a lição, arrumar o quarto, cuidar dos animais de estimação e ainda arranjar tempo para ver TV, navegar na Internet, ler um bom livro e brincar com os amigos — ufa! É um corre-corre tão grande que, hoje em dia, as crianças não têm tempo pra ser crianças. E você? Como é o seu dia a dia? Sua agenda é mais cheia que a de um adulto? Você acha que ter muitas atividades atrapalha ou ajuda? Por que as crianças andam tão atarefadas? Encontre um tempo na sua agenda e participe desse debate! Participação encerrada |
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A importância da leitura de obras literárias integrais O trabalho com literatura no Ensino Médio, muitas vezes, acaba sendo direcionado por questões de História Literária. Por um lado, esse panorama histórico é interessante, pois apresenta ao aluno questões interdisciplinares, como a relação entre História e Literatura, Ciências e Literatura ou Filosofia e Literatura. Entretanto, as aulas que trabalham com panoramas (e, consequentemente, com esquemas sobre os períodos literários), na maioria das vezes, deixam de lado a leitura de obras integrais, mostrando apenas alguns fragmentos que comprovem os pontos apresentados no esquema expositivo (e, necessariamente, redutor). Com isso, o estudante perde o que é a coisa mais importante do contato com o livro: a construção estética de uma realidade possível (verossimilhante, para ficarmos com Aristóteles) e que qualquer recorte ou síntese destrói. Como fazer para que os alunos tenham contato com as obras literárias sem o intermédio de outros (nós) que resumem o que não é passível de resumo (levando-se em conta que o tempo destinado à literatura é reduzido no ambiente escolar)? Participação encerrada |
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Como e por que aprender a tabuada? Para descobrir quanto é 7 x 8, basta usar a calculadora, pressionando as teclas certas. Então, por que os alunos ainda são obrigados a memorizar a tabuada? Geralmente, argumenta-se que isso facilita as próximas etapas do aprendizado, principalmente quando forem estudar o algoritmo da divisão. Mas muitos estudantes não conseguem decorar a tabuada inteira, e isso divide opiniões: de um lado, estão os que afirmam que é obrigação do aluno se empenhar em adquirir esse conhecimento tão importante; do outro, os que alegam que ele precisa ter mais “base”, pois, compreendendo melhor o significado da multiplicação, não precisa memorizar resultados, mas construí-los. Qual é sua opinião sobre o assunto? Os estudantes que não sabem a tabuada estão deixando de lado um conhecimento importante, prejudicando assim os próximos passos de seu aprendizado? Qual é a melhor solução: construir os resultados ou simplesmente decorá-los? Participação encerrada |
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Usar ou não a tradução? Traduzir, em sala de aula, pode ser um bom recurso? Ainda não há consenso sobre a forma mais adequada de se ensinar inglês (ou qualquer outra língua estrangeira) nas escolas de ensino regular.
De um lado, existem profissionais que se negam a trabalhar com tradução. Seus principais argumentos são: 1. A dinâmica da aprendizagem natural (aprendemos o português sem outra língua de referência); 2. A questão “econômica” da aprendizagem (o caminho “ver—ouvir—gravar—repetir” é menos trabalhoso do que o percurso “ver—ouvir—traduzir mentalmente—formar uma nova imagem—gravar—repetir”); 3. A possibilidade de criar lógicas linguísticas paralelas, evitando a “contaminação” mais profunda da língua estrangeira pela língua materna.
De outro lado, estão profissionais que, embora trabalhem na maioria do tempo em língua estrangeira, defendem a ideia de que a tradução não é maléfica em uma série de situações. Seus argumentos principais são: 1. Na escola de ensino regular, os alunos não estão em um ambiente favorável à imersão, o que já complica a lógica da aprendizagem natural; 2. Já há uma lógica lingüística instalada em falantes proficientes de português. Usá-la comparativamente em relação a novas estruturas em língua estrangeira pode facilitar a compreensão das particularidades dessa última; 3. O melhor foco do ensino de língua estrangeira, considerando as características das escolas de Ensino Fundamental e Ensino Médio, é instrumental: saber lidar com textos em língua estrangeira e entender suas mensagens principais sem prejuízos importantes de interpretação são habilidades que não podem prescindir das comparações por tradução. E você, colega? De que lado está nessa discussão e por quê? Participação encerrada |
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O uso de células-tronco para fins medicinais é aceitável se o embrião estiver nas fases mais iniciais de seu desenvolvimento? A cura das doenças, tem sido uma busca constante da humanidade. A descoberta de células-tronco indiferenciadas, que possuem a capacidade de se transformar em outras células quando adicionadas as tecidos lesionados, tem gerado esperanças para pessoas portadoras de doenças degenerativas como o Mal de Alzeimer, por exemplo. Por outro lado, a retirada de células-tronco de embriões, tem gerado muita polêmica, já que embriões precisam ser mortos, para que suas células sejam utilizadas nos experimentos. Pesquisadores americanos descobriram que as células-tronco podem ser retiradas nas fases iniciais do seu desenvolvimento, na fase de mórula, tentando dessa forma, diminuir a polêmica sobre a morte de embriões, que muitos consideram com um aborto. Você acha que existe uma fase limite para retirada das células-tronco no embrião? A retirada na fase de mórula seria mais aceitável se comparada à remoção na fase de blástula? Ou você é contra o uso em qualquer situação, já que essa técnica pode ser considerada abortiva? Participação encerrada |
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Ler o livro e depois assistir o filme estraga a surpresa da história? Desde que o cinema foi criado, em 1895, obras literárias são adaptadas para as telonas, sejam clássicos como Hamlet ou Dom Casmurro, sejam séries como Harry Potter. A academia americana de cinema, responsável pela entrega dos Oscars, dá tanta importância a isso que criou uma categoria em que só concorrem roteiros adaptados. Neste ano, por exemplo, o vencedor foi o filme O Retorno do Rei, que faz parte da trilogia O Senhor dos Anéis, baseada nos livros de J. R. Tolkien (que levou outras 10 estatuetas). Mas muita gente discute se os livros são melhores que os filmes ou vice-versa. Você acha que é possível comparar duas mídias tão diferentes? E ler o livro e depois ver o filme estraga a surpresa da história? Dê sua opinião.
Participação encerrada |
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O cinema nacional A partir de 1994, a Lei do Audiovisual abriu novas possibilidades para os filmes nacionais, vimos aumentar muito a quantidade de cineastas talentosos e começou-se a produzir filmes em diversas regiões do país — do Amazonas ao Ceará, de Brasília ao Espírito Santo, de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul —, o que descentralizou a produção que antes era toda feita no eixo Rio—São Paulo. Esse período, iniciado pelo filme Carlota Joaquina, de Carla Camurati (1994), e ainda não encerrado, recebeu o nome de Retomada do Cinema Brasileiro e permitiu que o Brasil tivesse filmes indicados ao Oscar, como O Quatrilho e O Que É Isso Companheiro?, da família Barreto, e Central do Brasil, de Walter Salles. Vimos, a partir dele, o surgimento de grandes diretores, como Beto Brant, Paulo Lins, Fernando Meirelles e Cláudio Assis, e, principalmente, o povo brasileiro voltou a assistir ao cinema nacional, permitindo que os produtores sonhem com boas bilheterias para os filmes, como foi o caso de Cidade de Deus e Carandiru.
O que se discute muito atualmente é a qualidade dos filmes nacionais atuais. O que você acha? Os filmes são bons? O brasileiro se vê nesses filmes? Os cineastas não andam exagerando na violência? Será que não copiamos muito o molde americano de fazer cinema? Dê seu palpite.
Mediador: Diogo Dreyer Participação encerrada |
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Prover o bem comum é papel do Estado ou da própria sociedade? A cada dia aumentam as ações do terceiro setor, que é a sociedade civil organizada, ou seja, os próprios cidadãos atuando na comunidade. E quem representa a sociedade civil organizada? São as associações, institutos, fundações, ONGs (Organizações Não-Governamentais), que podem atuar em várias áreas, tais como educação, saúde, assistência social, meio ambiente, defesa de direitos, cultura e esporte. Mas, afinal, de quem é a responsabilidade pelas questões e problemas sociais? Há quem pense que essa é uma tarefa exclusiva do governo, pois pagamos muitos impostos para isso. Há quem acredite que cada indivíduo deve ter sua parcela de contribuição na comunidade. E você, o que pensa a respeito?
Mediadora: Ana Paula Döring – Orientadora de projetos/monografias do Núcleo de Estudos do Terceiro Setor - UNICENP Participação encerrada |
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Ler é mais importante que estudar? Qual aluno já não ouviu os pais ou os professores dizendo que, para vencer na vida, o importante é ler? Ou não conhece pais que se lamentam dizendo “meu filho não lê” como se estivessem falando “meu filho não come”? Ou não tem professores que desqualificam a classe toda com a sentença “essa garotada não lê nada”? A verdade é que, em toda turma, sempre tem gente que lê, gente que não lê, gente que estuda (e dá para estudar sem ler?) e gente que não faz nada disso. Uns vão bem, outros vão mal, e nem sempre se consegue definir que grupo faz parte dos “leitores” ou dos “não-leitores”. Na nossa seção de troca de ideias pretendemos ler opiniões das mais diversas para enriquecermos esse debate. Portanto, gostaríamos muito de ter a participação de “leitores” e “não-leitores” e de tentar fazer alunos, pais e professores conversarem abertamente sobre esse tema. Então, ler é mais importante que estudar?
Mediadora: Betina von Staa Participação encerrada |
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Você acredita que a globalização que estamos vivendo levará o país a avanços sociais? Início de um novo ano, de um novo século, de um novo milênio. Porém, velhos problemas afligem a sociedade mundial: fome, flagelo, guerras e a falta de uma democracia global. Simultaneamente, assistimos a um salto tecnológico: robôs teleguiados ou programáveis, a Internet, que dá voz a diversas correntes do pensamento, a ISS (Estação Espacial Internacional), nossa casa no espaço, esforço de várias nações. É esse misto de avanços e retrocessos que permeia o processo de globalização, sonhado por poetas como John Lennon, que já dizia: “Imagine um mundo sem fronteiras, em que todas as pessoas vivam em paz.” Porém, a globalização que presenciamos está fundamentada na busca, pelas grandes corporações, de mercados consumidores e de áreas em que os custos de produção sejam o mais baixos possível. Muitos acreditam que esse processo é irreversível e que o Brasil deve seguir a política de abertura e de livre concorrência no mercado globalizado. Em contrapartida, vozes se levantam e indicam outros caminhos, uma terceira via para o país, uma globalização que traga mais justiça social. O debate é instrumento poderosíssimo da democracia representativa. Está criado o espaço para a sua posição. Qual a sua opinião sobre a participação do Brasil no processo de globalização. Você acredita que podemos ter um país mais justo seguindo o que ditam os economistas de “renome internacional”?
Julio Cezar Winkler é geógrafo, autor de livros didáticos para o ensino fundamental e produtor de conteúdo de geografia do Portal Educacional. Participação encerrada |
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Que disciplina é esta? Nunca se falou tanto no meio educacional sobre as questões disciplinares presentes nas escolas, como nos dias atuais. Todas as questões de violência nas escolas, que costumeiramente temos visto através dos canais de comunicação, remete-nos a refletir sobre as influências que o meio social vem exercendo sobre os jovens, tornando-os cada vez mais inconstantes, desacreditados, agressivos e sem perspectivas de alçarem voos mais significativos. Mas , o que fazer? Tenho a certeza que a questão é ampla, que envolve não somente a escola, mas sim vários segmentos da sociedade e que principalmente pede uma saída inteligente, decisiva, porém não imediata. Participe desta discussão. Opine. Dê suas ideias e troque experiências. Mediador: Prof. Joseph Razouk Junior. Participação encerrada |
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Qual é o papel da escola na orientação do jovem para a sexualidade? Nos anos 60 / 70, buscou-se uma liberdade de expressão e hoje esta liberdade extrapolou na falta de limites numa sociedade mais livre. Parece que hoje tudo pode. Dentro desta linha de pensamento, a sexualidade não ficou imune a tal liberdade. Evidentemente que a sexualidade é assunto polêmico e delicado. Ainda mais se tratada no contexto educacional de uma instituição de ensino. Os filhos, se não encontrarem respostas para suas dúvidas no âmbito da família, as buscarão no meio social, no grupo. Encontrarão lá as respostas corretas? Claro que existe a literatura específica para esta questão. Mas, é na palavra do grupo que tudo fica mais interessante. Os pais procuram passar valores éticos e princípios morais para seus filhos, pois, é evidente que os pais desejam o melhor para eles. Sendo a escola uma continuidade desse processo, poderá ela ampliar tais conceitos, ministrando orientação sexual, enriquecendo desta forma, a formação acadêmica do aluno? Ou, se assim ela fizer, estará polemizando ainda mais a questão? Então, participe deste debate. Opine. Navegue por estas águas inquietantes e polêmicas, em épocas de liberdade de expressão. Contribua. Seja bem vindo. Mediador: Prof. Ivo Carraro. Participação encerrada |
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O desafio de adequar os PCN à realidade educacional brasileira A estrutura do sistema educacional brasileiro foi “sacudida” com a chegada dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN). Segundo o Ministério da Educação (MEC), esses documentos visam orientar os educadores, respeitando a concepção pedagógica de cada profissional, bem como provocar debates sobre a função da escola e reflexões sobre o processo de ensinar e de aprender. Os PCN refletem a política educacional brasileira e, por essa razão, exigem dos educadores um olhar mais atento para certas questões que embasam os princípios desses documentos, para os quais, na prática, não há uma forma clara de viabilização. São elas: 1. Deve haver um Currículo Nacional único? 2. Chega-se a uma educação de qualidade somente com ações didáticas? 3. Até que ponto existe a não-obrigatoriedade do cumprimento dos PCN, expressa no texto introdutório desses documentos? 4. Que recursos são necessários para a formação de cidadãos autônomos? O momento que hoje se vive é de busca de alternativas para a superação da crise da educação básica nacional. Por isso, é preciso discutir amplamente as questões postas acima sob diferentes pontos de vista, a fim de buscar bases reais para o desenvolvimento de uma educação significativa para as pessoas e para a sociedade. Registre aqui suas ideias e participe dessa discussão. Mediadora: Célia Eliza Cúnico - coordenadora editorial e autora de livros didáticos de Educação Infantil. Presta também assessoria para o desenvolvimento de projetos pedagógicos. Participação encerrada |
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Discutindo os valores na escola Tomando por base as reflexões trazidas pelos que tomaram parte do debate “Que disciplina é esta?” durante o mês de maio, acredito ser de enorme relevância abordarmos a questão dos valores, tão discutida por todos que participaram, que vem tendo grande repercussão nas escolas brasileiras e na sociedade em geral por causa do “Manifesto 2000 pela Paz”. Elaborado pela Unesco e distribuído por vários segmentos em todo o planeta, esse manifesto tem por objetivo sensibilizar as pessoas em prol da Paz no mundo e colher 100 milhões de assinaturas até o final do ano 2000. Será então apresentado à ONU, em reunião com dirigentes de todos os países integrantes dessa organização. Levando em consideração a importância da discussão dos valores, questiona-se: Quais valores as escolas precisam desenvolver em seus alunos? Com que objetivo? Como esses valores e os conceitos neles implícitos podem contribuir, no espaço escolar, para uma educação mais efetiva e para uma consciência de que precisamos contribuir com o mundo? Tais valores são os mesmos que as famílias buscam desenvolver em seus filhos? Pensando efetivamente na prática pedagógica dos professores, de que maneira essas questões podem ser trabalhadas no decorrer das aulas? Deve haver momentos especiais para tal trabalho? Sua participação será muito importante para o crescimento dessa grande corrente interessada em ter uma educação cada vez melhor nas escolas e cidadãos cada vez mais conscientes e felizes. Participe, pergunte, dê sua opinião. Mediador – Prof. Joseph Razouk Junior Participação encerrada |
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Como evitar cópias nos trabalhos escolares? Sempre existiram na escola trabalhos que exibem mais cópia do que texto do próprio aluno. Qual de nós nunca copiou ou conheceu alguém que tirou seu trabalho, palavra por palavra, de enciclopédias ou de outros materiais, usando a fotocópia, o mimeógrafo ou a velha e boa caneta? Agora, com a Internet, percebe-se que esse hábito foi facilitado pelas teclas "copiar” e “colar" do computador. As perguntas que nos vêm à mente sobre esse tema são as seguintes:
· Por que será que alguns alunos preferem copiar a fazer os trabalhos por si sós?
· Será que alguns procedimentos dos professores incentivam essa prática?
· O que será que o professor pode fazer para evitar esse hábito de alguns alunos?
· Como lidar com casos de cópia?
Alunos, pais e educadores, participem deste debate. Respondam a essas perguntas, contem o que ocorre nas suas escolas (sem dar nomes, hein?), tragam mais questionamentos para o debate. Vamos tentar reunir várias ideias para incentivar os alunos a fazer seus próprios trabalhos escolares com prazer e com as próprias mãos e a própria cabeça!
Mediadora: Betina von Staa é professora de português, inglês, literatura e metodologia de pesquisa e colabora regularmente com o Educacional Recomenda. Participação encerrada |
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Amizade, namoro e fantasias pela Internet A Internet criou novos hábitos e comportamentos. As pessoas trocam mensagens por e-mail, namoram pelo ICQ, discutem em fóruns e listas, divertem-se nas salas de chat e publicam páginas pessoais. Alguns, mais ousados, exibem sua intimidade na grande rede com o auxílio de câmeras digitais ligadas vinte e quatro horas por dia. Diante da ampliação dos meios de comunicação digital, surge a pergunta: os relacionamentos virtuais substituem o bom e velho olho no olho dos relacionamentos reais? Não adianta dizer que o relacionamento virtual é apenas um passatempo, pois para muita gente já é um fato bem real que mexe com a vida dos envolvidos. Neste espaço, vamos discutir os prós e os contras dos relacionamentos virtuais. Você gostaria de comentar uma história que aconteceu com você ou com algum conhecido seu? Um namoro sério pode começar numa sala de bate-papo? Infidelidade virtual é infidelidade? Você coleciona amigos virtuais pelo mundo afora e não sabe o nome do seu vizinho? Por que nas salas de chat todo mundo é charmoso, atlético, sexy e inteligente? A Internet ajuda os tímidos? O debate está aberto. É mais um espaço de relacionamento virtual para você. Mediadora: Psicóloga Eliza Helena Ercolin Participação encerrada |
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