| por
Patrícia Martinelli
As florestas tropicais estão distribuídas
nos trópicos, sendo que quatro países (Brasil, Indonésia,
Zaire e Peru) contêm mais da metade dessa formação
vegetal.
Nos últimos 150 anos, o homem modificou cerca de 47% da superfície
terrestre, comprometendo a biodiversidade no planeta, principalmente
nas florestas tropicais, onde as populações animais
e vegetais estão bem-representadas, dada a grande variedade
de alimento e habitat disponíveis para a adaptação
de várias espécies.
A extinção de espécies vegetais pode comprometer
a vida no planeta porque provoca desde o desaparecimento dos próprios
vegetais como também de espécies que dependem deles,
como epífitas, insetos, pássaros e pequenos roedores.
Foto:
SEMA - PR |
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Palmito
(Euterpe edulis) |
Também a estrutura do solo pode ficar comprometida,
já que, em muitas florestas, a camada fértil do solo
está relacionada com o aproveitamento dos nutrientes produzidos
pela decomposição de folhas, troncos, animais mortos,
etc.
Com o solo danificado e a diminuição da biodiversidade,
muitas espécies podem desaparecer, comprometendo também
o campo medicinal. Na Floresta Amazônica, por exemplo, existem
cerca de 1,3 mil tipos de vegetais com reconhecido valor terapêutico.
De lá são retirados diferentes princípios ativos
para a fabricação de medicamentos. Além disso,
podem desaparecer espécies vegetais que ainda não
foram analisadas quimicamente com vistas à extração
de componentes.
Para diminuir o impacto da extinção de espécies
vegetais, existem locais como jardins botânicos e estações
ambientais, onde podem ser mantidos exemplares de diferentes plantas.
Outra forma de se controlar a perda da biodiversidade consiste no
armazenamento de embriões e sementes em laboratórios
especializados.
Para ir mais longe
Pode parecer estranho, mas a extinção
também faz parte da evolução da vida no planeta;
ou você gostaria de ter que dividir o planeta com dinossauros?
No site da Editora Saraiva, você encontra uma pesquisa sobre
a evolução e extinção de espécies.
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Depois que os botânicos Pitman e Jorgensen
divulgaram sua pesquisa, o IUCN reconsiderou a lista que não
incluía as florestas tropicais. No site da instituição,
você encontra um texto que comenta a descoberta dos dois americanos.
(Em inglês)
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Conheça, no site da Universidade Católica
de Santos, a lista oficial das espécies da flora brasileira
que estão ameaçadas de extinção.
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Em Brasília, existe o Cenargen (Centro Nacional
de Pesquisas de Recursos Genéticos e Biotecnologia), órgão
da EMBRAPA que guarda mais de 70 mil amostras de sementes de 373
espécies vegetais. O Centro começou a funcionar em
1976 e é o quarto melhor do mundo, depois de órgãos
de pesquisa dos EUA, Japão e Índia.
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Conheça o programa da ONU sobre o meio ambiente.
Lá, você encontra informações sobre as
espécies animais e vegetais ameaçadas de extinção
e os projetos que estão sendo desenvolvidos para salvá-las.
(Em inglês)
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Mas não no esqueçamos dos animais.
Essa reportagem da BBC mostra que um quarto dos mamíferos
deve sumir em 30 anos.
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Confira uma reportagem sobre a Mata Atlântica
no nosso portal e veja como está a preservação
de nossas matas e como você pode colaborar com a preservação
do meio ambiente.
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