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Bienal de São Paulo — uma gigante das artes


Por: Bianca Krebs

A cada dois anos, os olhares de especialistas e interessados em arte do mundo todo se voltam para a maior cidade brasileira. A Bienal de São Paulo tem como principal objetivo atualizar o público sobre a produção artística contemporânea do Brasil e do exterior. São fotografias, colagens, instalações, leituras, projeções e performances.

As exposições são realizadas no gigante prédio branco, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, em meio ao verde do Parque Ibirapuera. O pavilhão leva o nome de Ciccillo Matarazzo, mas a representatividade do evento fez com que o espaço ficasse conhecido como Prédio da Bienal.

Crédito: Fundação Bienal de São Paulo/Divulgação

O Parque Ibirapuera com destaque para o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, sede da Bienal de São Paulo.

O local coleciona números suntuosos. São 33 mil metros quadrados divididos em três pisos. Inspirado em um transatlântico, o prédio se estende por 250 metros de uma ponta à outra. As exposições podem ocupar diferentes áreas dentro e fora do prédio. Pelas rampas irregulares, que unem todos os andares, costumam circular até um milhão de pessoas durante o período em que a mostra fica aberta.

Crédito: Fundação Bienal de São Paulo/Divulgação

Vista interna do Pavilhão Ciccillo Matarazzo, o pavilhão da bienal.

A Bienal de São Paulo figura entre os três maiores eventos artísticos e culturais do mundo, ao lado da Bienal de Veneza e da Documenta de Kassel, e exige planejamento para ser desbravada. O indicado é que o visitante reserve um dia inteiro para apreciar as obras. Mas quem não pode ir até lá também pode vivenciar a exposição. Preparado para a visita?