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Água e saneamento

No mundo, cerca de 1,1 bilhão de pessoas ainda não têm acesso a água potável.

Nessa área, os líderes de todo o mundo definiram apenas três metas na Cúpula Mundial pela Criança. Só uma delas foi cumprida praticamente à risca: a eliminação da doença do verme da Guiné (dracunculose). O número de casos registrados da enfermidade foi reduzido em 97%. Ela foi riscada do mapa em todas as regiões, exceto em 14 países, um do Oriente Médio e 13 da África subsaariana.

As outras duas metas eram as mais cruciais para o desenvolvimento das crianças, mas tiveram avanços apenas discretos. Foi assumido o compromisso de universalizar (isto é, permitir que todos tenham) o acesso a água tratada e saneamento básico na década de 90.

No mundo, apenas 60% das casas têm tratamento de esgoto

Nesse período, 816 milhões de pessoas deixaram de correr o risco de contrair uma doença bebendo um copo d'água. Parece muito, não? No entanto, a distribuição de água potável aumentou apenas 3% e hoje atinge 82% dos lares do planeta.

As redes de esgoto cresceram um pouquinho mais que a distribuição de água — 5% —, totalizando 60% das residências em todo o mundo. Isso significa, em números absolutos, que 747 milhões de pessoas passaram a contar com sistemas de saneamento adequado. O continente mais afetado pela falta de esgoto é a Ásia, disparado. Metade dos asiáticos não sabe o que é saneamento. Em termos mundiais, 80% das pessoas que vivem sem esgoto moram na zona rural.