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Anistia
 
Durante a ditadura, milhares de pessoas foram presas por se oporem ao regime, e outras centenas foram exiladas, ou seja, tiveram de sair do país. Para defender os interesses dessas pessoas, teve início um movimento chamado Anistia. Entre os líderes desse movimento, estava a Igreja Católica, a OAB e o MDB. Também participaram dele o Movimento Feminino pela Anistia, criado por Terezinha Zerbini em 1974, e o Comitê Brasileiro da Anistia, liderado pelo senador Teotônio Vilela e o então deputado Roberto Freire. Esse comitê lançou várias campanhas que buscavam sensibilizar a sociedade e o governo para a Anistia.

Ainda em 1978, foram revogados vários decretos de banimento de presos políticos.

Durante o governo Figueiredo, em 28 de agosto de 1979, foi proposta a Lei da Anistia, que beneficiou todos os que estavam presos ou exilados desde 1961. Aproximadamente 5 mil exilados puderam retornar ao país. Essa foi apenas a primeira de uma série de leis que objetivaram acabar com as injustiças cometidas pela ditadura militar brasileira ao longo de seus 21 anos.

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  Introdução
  O Brasil de 1964
  1968 e 1974: da escuridão à luz no fim do túnel
  A linha dura
  Anistia
  As Diretas Já
  Um verniz de democracia
  Ziraldo conta o golpe
  Elifas Andreato: a arte contra os militares
  Paul Singer: a universidade e a resistência à ditadura
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