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Centro Histórico de Salvador


Deus entendeu de dar a primazia
Pro bem, pro mal, primeira mão na Bahia
Primeira missa, primeiro índio abatido também
Que Deus deu

Que Deus entendeu de dar toda magia
Pro bem, pro mal, primeiro chão na Bahia
Primeiro carnaval, primeiro pelourinho também
Que Deus deu

(Trecho de Toda Menina Baiana, de Gilberto Gil)

Salvador é primeira em tudo. Primeira capital brasileira, foi sede do Governo-Geral por mais de 200 anos (1549-1763). Foi também o primeiro mercado de escravos do Novo Mundo. O envio de milhares de escravos africanos às plantações de cana-de-açúcar convivia lado a lado com a edificação de espaços públicos notáveis: Praça Municipal, Caminho de São Francisco, Largo do Pelourinho, entre outros.

Fundada por Tomé de Souza, Salvador organizou-se tal qual Lisboa e Porto. Era nítida a preocupação com a defesa. Uma estreita faixa de terra - a cidade baixa - separava Salvador da Baía de Todos os Santos e protegia a cidade alta de eventuais invasores.

O Centro Histórico de Salvador, com seus becos e ladeiras, acolhe um dos mais ricos conjuntos urbanos do Brasil. Reúne construções dos séculos XVII a XIX e é o palco preferido da vibrante cultura popular baiana. Salvador retrata a força da cultura africana em seu cotidiano. Exemplo disso é a Casa Branca do Engenho Velho - a primeira casa de culto aos orixás fundada no país.
artigo de Ricardo Oriá
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