1. Central de Atualidades
  2. Reportagens
  3. Planeta em perigo

Por César Munhoz
08/02/2008

Ah, o homem, esse bicho complicado...”
“O homem precisa cuidar mais da natureza!”
“O homem está destruindo o planeta Terra!”
Você deve estar cansado de ouvir esse tipo de comentário, normalmente referindo-se a tragédias ambientais, como o aquecimento global, a poluição atmosférica nas grandes cidades, os desmatamentos e a extinção de espécies animais e vegetais.

Realmente, o planeta Terra precisa de mais cuidados por parte do homem. Afinal, são as mãos dele que derrubam florestas inteiras, capturam, vendem e matam indiscriminadamente exemplares raros da nossa fauna, entre outras ações destrutivas.

Mas afinal, quem é esse homem? Não estamos falando de um pequeno grupo de “homens do mal”... estamos falando de nós mesmos! Mesmo que eu nunca tenha derrubado uma árvore, posso estar contribuindo, indiretamente, para a devastação da Mata Atlântica. Aliás, mesmo que eu nunca tenha andado de carro, posso estar ajudando a poluir uma cidade, que pode ou não ser aquela em que vivo.

O fato é que, na verdade, não existe sequer um ser humano na face da Terra que nunca tenha feito algo sem alguma conseqüência para o planeta. Aliás, nenhum animal, nenhuma planta; enfim, nenhum ser vivo é totalmente inocente dessa acusação. O problema que acontece especificamente com nós, humanos, é que nosso modo de vida está se tornando cada vez mais nocivo ao meio ambiente.

Até comer carne de vaca faz mal ao meio ambiente. Isso porque os grandes rebanhos de bovinos emitem grande quantidade de gás metano (ou seja, soltam muito pum), um dos gases responsáveis por intensificar o efeito estufa.

Mas, calma, é possível (e necessário) harmonizar uma vida confortável com atitudes que ajudem a preservar o planeta. Há várias maneiras de fazer isso, dependendo de quanto você está disposto a mudar o seu estilo de vida. Veja, a seguir, por que isso é tão importante, e por que você é peça-chave.

  | próximo
   
Planeta em perigo: o que eu tenho a ver com isso?
Apenas “fazer a sua parte” não é o bastante
Faça valer a sua voz