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Por Cesar Munhoz
Publicada em 14/12/2007
Atualizada em 28/12/2007

É manhã na cidade de São Paulo. O Sr. Luiz, hoje com 69 anos de idade, acaba de acordar. Depois de tomar banho e café, ele se dirige ao seu escritório, na Casa Imperial do Brasil, onde, todos os dias, atende por Sua Alteza Imperial, D. Luiz de Orleans e Bragança, ou Imperador D. Luiz I do Brasil. Opa, como assim? O Brasil tem imperador? Teria, se não tivesse se transformado em uma república em 1889, ou então se tivesse voltado a ser uma monarquia, a forma de governo na qual um país é representado não por um presidente, mas por um monarca.

Ou seja, D. Luiz de Orleans e Bragança não é um imperador de verdade, justamente porque o Brasil não é uma monarquia. A sua realeza está é no sangue: ele é trineto do último imperador de fato do Brasil, que foi D. Pedro II. Desde então, seus descendentes têm mantido, pelo menos no nome, títulos como imperador, príncipe e princesa. Eles são a Família Real brasileira, personagens de uma história intrigante que começou em 1808, quando D. João, que na época era príncipe regente de Portugal, decidiu deixar seu país para morar, por tempo indeterminado, no Brasil (na época, Colônia portuguesa): personagens que você vai conhecer a partir de agora.

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