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Dicas de segurança

A inocência das crianças facilita o crime. Por isso, cuidado! Para saber se os filhos estão em alguma situação de perigo e como evitar que o pior aconteça, o delegado Demetrius Gonzaga de Oliveira, chefe do Núcleo de Combate ao Cibercrime da Polícia Civil do Paraná, dá algumas dicas.

SINAIS DE ALERTA

Sintomas que mostram que a criança ou o adolescente está passando dos limites na rede:

  • - Faz uso intenso da Internet, a portas fechadas ou durante a madrugada;
  • - Deleta histórico de sites acessados;
  • - Quando um adulto se aproxima, troca a tela do site acessado rapidamente ou desliga o computador;
  • - Desliga ou reduz o som do computador, passando a utilizá-lo com fone de ouvido;
  • - Manifesta mau humor e irritabilidade quando alguém tenta usar seu computador pessoal;
  • - Apresenta introspectividade acima do normal;
  • - Mostra queda de rendimento escolar;
  • - Demonstra pouco interesse em atividades físicas e reuniões familiares;
  • - Demora para apresentar-se ou ausenta-se no horário das refeições em família.

PARA EVITAR O PERIGO

  • - A família deve deixar o computador num cômodo em que há grande circulação de pessoas na casa, como na sala. Isso facilita o acompanhamento e faz com que a criança se sinta desencorajada a entrar em páginas inadequadas.
  • - Os pais podem sentar-se com seu filho em frente ao computador e pedir que ele mostre quais os sites visita, os amigos do MSN e o seu blog. O ideal é que crianças e adolescentes não entrem em sites de relacionamento; mas, se os pais permitirem, devem acompanhar a página do perfil.
  • - Limitar o tempo de uso da web também é importante. Uma a duas horas por dia, em período de aulas, está bom.
  • - Informar os filhos sobre os riscos em fornecer dados pessoais e imagens ou marcar encontros com pessoas desconhecidas.
  • - Os pais devem procurar informar-se sobre o funcionamento da Internet, dos sites de relacionamento e dos chats de conversação on-line, de forma a entender os recursos disponibilizados por essas ferramentas e as maneiras de coletar dados relevantes a uma futura identificação de situações tendenciosas, praticadas pelos criminosos que se escondem por trás das conexões.