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Colégio Soter

Masp: um presente a São Paulo

Os alunos do Colégio Soter visitaram o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, o Masp, e descobriram a importância da arte para contar a história da vida das pessoas que vieram antes de nós. Mostrando que aprenderam bem essa lição, eles contam suas impressões sobre o museu e sobre a experiência deles como artistas. Como muitas turmas participaram dessa visita, cada uma delas vai apresentar um texto próprio.

Antes, porém, um pouquinho da história que os alunos ficaram conhecendo em sua visita. Criado em 2 de outubro de 1947 por Assis Chateaubriand e o professor Pietro Maria Bardi, o prédio atual do Masp só foi inaugurado em 7 de novembro de 1968. Projetado pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi, trata-se de um edifício sustentado por quatro pilares com vão livre de 74 m.

3.ª série B

Para comemorarmos os 450 anos da cidade de São Paulo, fizemos uma visita monitorada ao acervo e participamos de oficinas dentro do espaço cultural mantido pelo Masp.

Em nosso estudo, observamos a forma como esse museu foi construído. É uma grande caixa com apenas duas pilastras em cada extremidade, e embaixo dele há um grande vão com vista para o Parque Trianon e para a Avenida Paulista de um lado e, do outro, para a cidade de São Paulo.

Esse museu é muito importante para São Paulo, pois reúne uma enorme pinacoteca, a maior do Hemisfério Sul.

Em nosso estudo monitorado, aprendemos um pouco sobre a importância da arte para contar a história da vida das pessoas que vieram antes de nós.

Quando entramos no segundo andar, onde está a pinacoteca, ficamos surpresos por poder ver e estar perto de muitos dos quadros que estudamos em sala de aula. Percebemos que os autores usaram a pintura como forma de transmitir o que viam e sentiam.

Essas obras foram doadas de coleções particulares, já que o Masp sobrevive de doações. Esse museu não mantém todo o seu acervo exposto; parte dele fica guardada. Muitas vezes, empresta suas obras para outros museus e recebe outras para exposições temporárias. Não é possível calcular o valor de seu acervo, mas estima-se que o quadro mais valioso é o Rosa e Azul, de Renoir.

Todas as obras expostas encontram-se em perfeito estado e tudo é muito organizado e limpo. Além da pinacoteca, o Masp promove muitos cursos sobre arte e mantém oficinas para crianças e visitas monitoradas.

É um passeio que vale a pena, pois diverte e ensina, despertando uma nova forma de ver o mundo por meio da arte.


3.ª série A — manhã

Saímos do colégio às 8h para irmos ao Masp, localizado na Avenida Paulista e cujo terreno foi doado pela Prefeitura.

Ao chegarmos, tomamos um elevador construído em vidro e fomos ao ateliê, localizado no subsolo. Muito organizado, lá encontramos de tudo um pouco. Vários tipos de sucata nos permitiram ser artistas durante 50 minutos. Cada um construiu sua “obra de arte” podendo usar quase tudo sozinho. Para utilizarmos ferramentas perigosas, pedíamos ajuda às monitoras.

Em seguida, pudemos ver mais de 40 imagens da cidade de São Paulo de 1890 a 1930 em três dimensões — visões particulares de fotógrafos profissionais e amadores do início do século passado.

Dentro das salas do Masp, fomos recebidos por uma orientadora que nos contou um pouco sobre as artes apresentadas em cada sala.

As obras pertencem ao Masp e nunca serão vendidas por serem únicas, originais e patrimônio brasileiro.

E, lá, encontramos obras de arte, tapeçarias e esculturas de vários artistas famosos, como Tarsila do Amaral, Picasso, Monet, Paul Klee, Leonardo da Vinci e Renoir.

4.ª série A

Durante a visita ao Masp, observamos detalhes arquitetônicos do museu, localização e tudo que nele havia.

Localizado na Avenida Paulista, o Masp tem uma estrutura bem planejada e construída, tornando–se um dos cartões-postais da cidade.

Participamos do ateliê educativo (ateliê de artes), no qual vivenciamos atividades em pintura, desenho, marcenaria, escultura, pichação, etc. Os monitores nos receberam com carinho e dedicação, mostrando-nos que tudo que estava exposto eram obras de artistas que trabalhavam horas e horas em seu próprio ateliê, criando e recriando. Nesse momento, tornamo-nos pequenos artistas, revelando nosso potencial em relação às artes. Ao lado do ateliê, observamos objetos antigos em cerâmica decorada vindos de vários países da Europa há mais de 700 anos!

Visitamos a exposição São Paulo 3D, que relata a história de São Paulo em fotos antigas, comparando–as com as atuais e, com isso, pudemos concluir como nossa cidade cresceu, evoluiu e modernizou–se graças ao desenvolvimento da indústria e do comércio. Outras pessoas notáveis também muito contribuíram para o crescimento da cidade. Passamos para a exposição dos quadros e esculturas de vários pintores e escultores brasileiros e estrangeiros. Observamos obras de Picasso, Van Gogh, Anita Malfatti, Manet e outros grandes artistas.

Havia esculturas antigas e modernas de deuses, tapeçarias e até mesmo um sarcófago!

Questionamos a monitora sobre várias obras expostas e esclarecemos dúvidas sobre a história do Masp. Foi um passeio educativo que nos proporcionou horas de descontração, lazer e muito aprendizado!

3.ª série D

O incrível Museu de Artes de São Paulo está situado na mais bonita avenida de São Paulo: a Avenida Paulista.

Lá, além de observarmos grandes obras de artes, pudemos participar do ateliê, onde “fizemos arte”. Apreciamos vários quadros, dentre eles: Paul, Vestido de Arlequim, de Picasso, e Rosa e Azul, de Renoir, obra que está avaliada em mais de 40 milhões de dólares.

O Masp tem um acervo de mais ou menos 5 mil obras que, em sua maioria, foram doadas. Apenas 2.500 estão em exposição, o restante fica guardado no subsolo do museu, e outras estão expostas em outros museus.

Hoje, o museu não tem mais condições financeiras de comprar obras de arte. Tudo o que entra lá é doação.

Realmente, o Masp é um dos grandes presentes que São Paulo pode oferecer a todos os seus visitantes.

4.ª série B

Você sabe o que significa Masp? É o Museu de Arte de São Paulo. E você já foi até lá? Então, vamos contar o que vimos.

O Masp tem um acervo de muitas obras de artistas famosos, como Renoir, Picasso, Monet e Portinari, além de algumas esculturas com milhares de anos! Algumas até mesmo de antes de Cristo!

O quadro mais caro do museu é o Rosa e Azul, de Renoir. Ele foi uma doação do povo de São Paulo. Isso quer dizer que nós também somos um pouco donos desse quadro.

O mais legal, no entanto, foi participar do ateliê. Podíamos fazer o que queríamos com os materiais que as artistas deixavam à nossa disposição.

Fizemos algumas descobertas: o Masp não é muito acessível à maioria da população, já que a entrada custa R$ 10.

Quem mais visita o Masp são turistas e não os paulistanos, apesar de ele ser de fácil acesso: dá para ir lá de ônibus, metrô ou carro.


3.ª série C

Ao chegarmos ao museu, seguimos as orientações da monitora para iniciarmos a visitação. Uma das obras que mais chamou nossa atenção foi o quadro Rosa e Azul, de Renoir, que foi doado ao Masp por faxineiros — pois foi encontrado no porão da mansão onde eles trabalhavam.

Não podemos deixar de contar que, no Masp, existem cerca de 5 mil obras de arte, mas nem todas estão expostas. Entre elas, muitas foram doadas, outras compradas, e algumas até foram achadas por pesquisadores e dadas ao museu.

A crise econômica atingiu também as instituições artísticas e culturais, por isso, o Masp não vem investindo em obras de arte, vivendo de doações.

Nosso passeio foi rico em conhecimentos. Descobrimos que arte não é apenas quadros, mas também músicas, esculturas, cinema e até mesmo palestras.

Professoras que coordenaram o passeio: Márcia Rezende, Marisol Amantino, Paula Nanini, Daniela e Solange.

 

 

Professoras que coordenaram o passeio: Márcia Rezende, Marisol Amantino, Paula Nanini, Daniela e Solange.

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