Dez dos onze alunos
da 6.ª série do colégio visitaram
a Universidade de São Paulo (USP) e contam
como ficaram impressionados com o tamanho do lugar
que, pelas proporções que tem, só
podia se chamar Cidade Universitária.
A
turma conheceu o câmpus juntamente com a professora
de História Liliane Pereira da Silva, que,
servindo de guia, enriqueceu o percurso com notas
históricas. Os alunos foram ao Museu de Arqueologia
da USP, que conta com um acervo de 120 mil objetos
como máscaras, amuletos, utensílios,
pinturas e armas. Foi no museu, criado em 1989, que
os estudantes se detiveram por mais tempo e puderam
até mesmo entrevistar uma das pesquisadoras.
Eles observaram fotografias e analisaram fósseis,
objetos antigos do Egito, Grécia e Roma, a
linguagem dos povos da Antiguidade e os sambaquis,
uma espécie de fóssil característica
do Brasil.
Infelizmente, o tempo para a visita foi curto em
relação ao que se pode ver e aprender
na USP. E como a universidade ainda se encontrava
em férias, não foi possível que
eles vissem a USP pulsando, com todos os seus alunos
indo e vindo e a energia que eles trazem consigo.
Mesmo
assim, eles foram a campo e recolheram algumas entrevistas
com estudantes da USP sobre a qualidade dos cursos
e o que essa universidade oferece de melhor.
Tiago Martinez, 19 anos
Que curso você está fazendo?
Economia.
Você acredita que estudar na USP facilita
a entrada no mercado de trabalho?
Sim, pois temos excelentes professores, o que nos
permite conhecer empresas que buscam novos funcionários.
O que você acha mais difícil: passar
no vestibular ou concluir o curso?
As duas coisas são difíceis, principalmente
quando a pessoa não se dedica aos estudos.
Do que você mais gosta na USP?
Da diversidade e do nível cultural de alunos
e professores.
Ricardo Hideki Iseri, 20
anos
Que curso você está fazendo?
História.
Você acredita que estudar na USP facilita
a entrada no mercado de trabalho?
Sim, pois o diploma da USP vale bastante no mercado.
O que você acha mais difícil: passar
no vestibular ou concluir o curso e por quê?
Passar no vestibular, pois, para isso, você
precisa estudar matérias com as quais às
vezes não tem facilidade.
Do que você mais gosta na USP e por quê?
Dos professores, porque eles são muito reconhecidos
no mercado.
Marcos
Antonio Waideman, 38 anos
Que curso você fez?
Matemática com ênfase em Administração.
Você acredita que encontrou mais facilidade
no mercado de trabalho por ter estudado na USP?
Sim, esse foi um dos principais motivos por ter encontrado
facilidade no mercado de trabalho.
O que você acha mais difícil: passar
no vestibular ou concluir o curso e por quê?
Concluir o curso, pois se manter nele é uma
tarefa difícil.
Do que você mais gosta na USP e por quê?
De seu nível de ensino, que é muito
avançado.
Carla Gilbertoni Carneiro,
31 anos
Qual é o seu cargo?
Educadora e diretora do serviço técnico
de musealização.
Como você considera o acesso à USP?
Acho que é um tanto restrito, porque a localização
é difícil e raramente os alunos da escola
pública passam nos testes.
O que você acha da segurança no câmpus?
É boa.
Você acredita que trabalhar na USP influencia
sua carreira positivamente? Por quê?
Sim, porque a USP é um local onde há
pesquisas de qualidade e profissionais competentes.
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